A vida é corrida demais e a gente nem se dá conta que as coisas mudam numa velocidade alucinante. O que esta ali num dia, no outro não esta mais. E assim, pedaços de nossas vidas vão sumindo do mundo real e sobrevivendo apenas nas lembranças ou fotos amareladas. Andar pelo centro de Jundiaí é deste jeito. E com certeza os moradores de outras cidades devem dizer o mesmo delas. O tempo não deixa pedra sobre pedra. E as que ficam são a custo de processos de tombamento. Se esta burocracia positiva não existisse certamente os tratores já teriam reduzido a pó tudo o que é antigo.

Não dá para lutar contra os ponteiros do relógio. A vida passa. Como diria aquela música: “nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia”. É a mais pura verdade. Mas, quando se está na rua Barão de Jundiaí, por exemplo, e as lembranças voltam de repente, fica-se impressionado, boquiaberto – e até mesmo triste – com tudo o que se foi.

Um exemplo? A foto acima! Que pena que a Companhia de Comunicação, a Ciacom, não existe mais. Situada ao lado do largo Ruy Barbosa, o antigo quartel tinha arquitetura imponente. Virou estacionamento…

Abaixo foto de 1972, da comemoração dos correligionários de Íbis Cruz, que ganhara à eleição para prefeito. O detalhe está no canto direito da foto. A rua Barão de Jundiaí não era calçadão. E na década de 70 até início dos 90, o Rei das Roupas Feitas era o que tinha de melhor na cidade. Quem comprou no Rei sabe: pagava-se caro. Mas a roupa era de excelente qualidade.

E quem não se lembra quando o Plantão Policial ficava na rua do Rosário, ao lado do Grêmio CP? A delegacia acabou quando um incêndio destruiu o imóvel. Saudades de delegados, investigadores, PMs e guardas que por ali passaram. Alguns já se foram. Outros estão por ai. A maioria, aposentados.

E para terminar, o Grande Hotel. Durante décadas foi o melhor local para os visitantes da cidade pernoitarem. Era luxoso e ficava bem na esquina da rua Barão com Siqueira de Moraes(ou seria rua Coronel Boaventura Mendes Pereira?).

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